Pensar: romper com algemas; se desvencilhar do que os outros são, querem ou impõem; ousar à alma a oportunidade de avaliar o seu próprio caminho com a Verdade. Encontrar-se particulamente com Deus e nele caminhar, deixar de ouvir falar e de fato conhecer!!!
quinta-feira, 6 de maio de 2010
Assistam, despertem! Tenha discernimento!
Letra da música:
É PROIBIDO PENSAR
Letra de João Alexandre
PROCURO ALGUEM PRA RESOLVER MEU PROBLEMA, POIS NÃO CONSIGO ME ENCAIXAR NESSE ESQUEMA, SÃO SEMPRE VARIAÇOES DO MESMO TEMA, MERAS REPETIÇÕES..
A EXTRAVAGANCIA VEM DE TODOS OS LADOS, E FAZ CHOVER PROFETAS APAIXONADOS, MORRENDO EM PÉ,ROMPENDO EM FÉ DOS CANSADOS....QUE OUVEM SUAS CANÇÕES...
ESTAR DE BEM COM A VIDA É MUITO MAIS QUE RENASCER....DEUS JA ME DEU SUA PALAVRA..E É POR ELA QUE EU AINDA GUIO MEU VIVER!
RECONSTRUINDO O QUE JESUS DERRUBOU..
RECOSTURANDO O VÉU QUE A CRUZ JA RASGOU..
RESSUSCITANDO A LEI, PISANDO NA GRAÇA, NEGOCIANDO COM DEUS!
NO SHOW DA FÉ MILAGRE É TÃO NATURAL, QUE ATÉ PREGAR COM A MESMA VOZ É NORMAL..
NESSE EVANGELIQUES UNIVERSAL....SE APOSSANDO DOS CÉUS...
ESTÃO DISTANTE DO TRONO, CAÇADORES DE DEUS AO SOM DE UM SHOFAR.
E MAIS UM ÍDOLO IMPORTADO DITA AS REGRAS PARA NOS ESCRAVIZAR:
É PROIBIDO PENSAR !!!!!
Chega de obediência Burra!
Talvez você esteja perguntando por que eu postei um vídeo com uma canção de uma cara que pra maioria "evangélica" é absolutamente ímpio. Desde já digo (o que na verdade não preciso dizer, mas pelas consciências mais fracas o faço) que não faço apologia a este cantor, de fato não me importo com o que ele acha ou deixe de achar sobre religião, mas cabe dizer que, para mim, esta música está além de ser apenas uma crítica ao cenário social do Brasil hoje, mas é também muito pertinente ao meio "evangélico", até quando os "evangélicos" irão se submeter de forma tão voluntária aquilo que é tão danoso a alma deles, até quando eles vão ficar levando "porrada" e ficar "sem fazer nada", só porque o que se faz contra eles se faz em nome de Jesus, mas que nada tem haver com Àquele que nunca andou em cavalo de puro sangue, mas que abnegadamente preferiu o jumentinho, que via a pompa romana e de muitos ricos de sua época e jamais as cobiçou, mas inspirou cobiça pela Sua espiritualidade e simplicidade no coração de muita gente rica. Não é este tipo de submissão que Deus quer, Ele jamais viu com bons olhos o ladrão e salteador cuidando de ovelhas, essas pessoas qua aí estão a frente de muitas igrejas evangélicas pularam a cerca, não entraram pela Porta, pois os seus frutos revelam tudo, a cobiça, a ganância, a auto-imposição sobre os liderados, o proferir de maldições contra os que os contradizem não é o Espírito de Cristo, nunca foi.
A quem possa se interessar por esta mensagem: não dê mais apoio para esses homens gananciosos que tomaram posto de pastores por todo o Brasil, ou com os que até já foram sinceros em seu ministério mais se deixaram arrastar por essa onda que esta varrendo o país, não compactue mais com as ideias desses nem com seus erros. Fuja! Não beba mais do seu vinho. Participe apenas do cálice do Cristo, com todas as suas implicações.
Nele, que não tem a sua glória nos bens materiais,
Tiago
A quem possa se interessar por esta mensagem: não dê mais apoio para esses homens gananciosos que tomaram posto de pastores por todo o Brasil, ou com os que até já foram sinceros em seu ministério mais se deixaram arrastar por essa onda que esta varrendo o país, não compactue mais com as ideias desses nem com seus erros. Fuja! Não beba mais do seu vinho. Participe apenas do cálice do Cristo, com todas as suas implicações.
Nele, que não tem a sua glória nos bens materiais,
Tiago
terça-feira, 20 de abril de 2010
DEUS SE MANIFESTA HOJE
Hoje acordei com a pretenção de examinar bem este tema e então elaborar um estudo que esclarecesse esta controvércia, se bem que eu mesmo não possuo qualquer dúvida sobre a comteporaneidade dos dons espirituais entregues para edificação da igreja, considero extremamente forçosas as interpretações cessacionistas, parciais pelo seu comprometimento não com a fala bíbíca mas com sua visão teológica. Enquanto estudava encontrei um texto que expressa bem o que eu próprio desejei fazer, e como o tempo é bem escasso, preferí transcrever para meu blog o texto que li. Me ponho a disposição para qualquer esclarecimento posterior. Agora vamos ao texto:
Texto extraido do livro "A Atualidade dos Dons Espirituais" encontrado no site: www.adoracao.com
EXEGESE
O argumento exegético baseia-se na interpretação do texto bíblico original. Para este trabalho utilizaremos a passagem de I Coríntios 13:8-13, que tem sido usada por muitos comentaristas para defender a negação dos dons extraordinários neste tempo presente. Um destes comentarista é B. F. Cate, autor do livro "The Nine Gifts of the Spirit. Are not in the church today" (Os Noves dons do Espírito. Não se manifestam na igreja no dia de hoje). Veremos então a interpretação de B. F. Cate, e, em seguida apresentaremos nossa exegese do texto em questão.
1. A Visão de B. F. Cate de I Coríntios 13:8-13:Cate inicia o primeiro capítulo de seu livro fazendo esta pergunta: "Os Nove Dons: Quando Cessaram Eles?" Em seguida passa a argumentar da seguinte maneira: "Paulo diz: 'O amor jamais acaba.' Isto implica que os dons acabariam; portanto, ele prossegue dizendo: 'mas, havendo profecias, desaparecerão; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, passará; porque em parte conhecemos e em parte profetizamos (versículo 8 e 9). a razão por que eles só conheciam em parte era que então ainda não estava completamente revelado aquilo do Novo Testamento que agora está escrito. 'Quando, porém,' diz Paulo, 'vier o que é perfeito (a ultimação do Novo Testamento), então o que é em parte (profecia, etc.) será aniquilado' (versículo 10). Depois ele ilustra isso dizendo: 'Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, pensava como menino; quando cheguei a ser homem, desisti das cousas próprias de menino' (versículo 11). Nos dias primitivos da presente dispensação, quando foi escrita esta epístola, eles eram como meninos; mas estava aproximando-se rapidamente o tempo quando desistiriam 'das cousas próprias de menino' (os nove dons), e andariam pela fé no 'caminho sobremodo excelente' do 'amor' e na luz da completa revelação de Deus.
"Paulo ilustra novamente, dizendo: 'Porque agora (quando esta epístola foi escrita) vemos como em espelho, obscuramente (em parte conhecemos), então (quando a revelação de Deus ao homem fosse completada) veremos face a face; agora conheço em parte, então conhecerei como também sou conhecido' (versículo 12). Conhecer 'como também sou conhecido,' significa: nós, agora que a revelação de Deus está completa, não mais 'em parte conhecemos,' mas conhecemos a mente de Deus (para esta dispensação) tal como Ele conhece nossa mente." Cate prossegue dizendo: "Existem alguns que encontram dificuldade em ver que 'o que é perfeito' em I Coríntios 13:9,10 refere-se à perfeição (ultimação) da revelação de Deus para a era da igreja. Paulo, ao demonstrar que 'o amor jamais acaba,' mas que os nove dons cessariam quando o Novo Testamento chegasse à sua ultimação, refere-se apenas a três deles como exemplo do todo (versículo 8). Depois, nos versículos 9 e 10 ele reduz isto a um único dom - o da profecia - como um exemplo do todo. Vejamos mais uma vez o que dizem estes versículos: 'Porque em parte conhecemos, e em parte profetizamos. quando, porém, vier o que é perfeito, então o que é em parte (profetizar) será aniquilado.' Paulo não está falando a respeito da perfeição dos santos; está falando a respeito da perfeição da profecia. Demonstra assim que o dom de profecia deveria cessar quando a revelação de Deus para a era da Igreja chegasse à perfeição." Esta é a visão de Cate. Com amor e respeito àqueles que pensam dessa forma, passaremos a contra-argumentar esta posição. Nós cremos que, na passagem, Paulo fala da perfeição dos santos, e defenderemos esta tese, porque se o fizermos, ficará também demonstrado que os dons extraordinários existem hoje. Isto porque Paulo deixa claro, na passagem, que os profetas deveriam profetizar 'em parte' até que viesse 'o que é perfeito.' Portanto, se 'o que é perfeito' ainda não veio, então nós ainda temos profetas profetizando 'em parte' ainda hoje.
2. Uma Análise de I Coríntios 13:8-13: Nesta passagem analisaremos os vocábulos "perfeito", "quando", "agora", "então" e "conhecer".
2.1. O Perfeito do Versículo 10: O termo grego usado em I Coríntios 13:10 é teleio (téleios).Esta palavra pode ser traduzida de várias maneiras: (1) "perfeito", referindo-se à coisas (Rm.12:2; ICo.13:10; Tg.1:4,17,25; Hb.9:11, IJo.4:18, etc.); (2) "perfeito", referindo-se à pessoas, com o sentido de "maduro" ou "adulto" em sentido moral e espiritual (Mt.5:48; 19:21; Fp.3:15; Cl.1:28; ICo.2:6; 14:20; Ef.4:13; Hb.5:14); (3) "perfeito", referindo-se à Deus em sua perfeição absoluta (Mt.5:48). No versículo 10 de I Coríntios 13, o termo grego teleion (téleion) é "adjetivo pronominal, nominativo, neutro, singular." De acordo com isto, a tradução correta do texto deveria ser: "quando. porém, vier aquilo que é perfeito, então aquilo que é em parte será aniquilado." Isto porque este adjetivo, na língua grega, não é feminino nem masculino, mas está no gênero neutro. Portanto, o argumento de Cate, de que "o que é perfeito em parte" se refere a profecia, se desfaz; e isto por duas razões: (1) A palavra grega profecia, usada no versículo 8 (profhteia = profeteía), é "substantivo, nominativo, feminino, plural." Se a palavra "profecia" é feminina, então "aquilo que é perfeito" também deveria estar no gênero feminino para concordar, mas não está. (2) Se "o que é perfeito" fosse a revelação profética completada pelo Novo Testamento, então "o que é perfeito em parte," a revelação profética do Antigo Testamento, teria sido aniquilada. De fato o Antigo Testamento foi aperfeiçoado ou completado pelo Novo Testamento, mas de forma alguma ele foi aniquilado ou cessou em seus efeitos. Jesus disse que nenhuma profecia do Antigo Testamento cessaria até que tudo se cumprisse (Mt.5:18). Jesus não disse que a lei cessaria até que tudo fosse revelado (a revelação do Novo Testamento), mas até que tudo se cumprisse. Como poderia o Antigo Testamento ter sido aniquilado se ainda há muitas profecias para serem cumpridas? "...a Escritura não pode falhar." (Jo.10:35).
Cremos que a palavra "perfeito" contém nesta passagem a idéia do fim ou do objeto consumado ou completado, pois de acordo com o contexto da epístola, Paulo, logo adiante, no capítulo 15, passa a tratar da ressurreição. Em I Coríntios 15:24 o apóstolo diz: "...então virá o fim..." A palavra fim é telo (télos). Portanto deve referir-se à ressurreição ou perfeição dos santos na consumação, quando toda a profecia terá sido completada, finalizada ou aperfeiçoada (Lc.22:37) e a fé terá o seu fim, quando deixaremos de ver por enigma, e veremos face a face ao Nosso Salvador: "(Cristo) a quem, não havendo visto, amais; no qual, não vendo agora, mas crendo, exultais com alegria indizível e cheia de glória, obtendo o fim da vossa fé, a salvação das vossas almas." (I Pedro 1:8,9).
Uma passagem esclarecedora pode ser encontrada em Romanos 10:4, onde lemos que "...o fim ( télos) da lei é Cristo...". Obviamente a lei não teve seu fim (ela não foi aniquilada, veja Mt.5:17), mas ela foi aperfeiçoada por Cristo: "Anulamos, pois, a lei, pela fé? Não, de maneira nenhuma, antes confirmamos a lei." (Rm3:31). Pela nossa fé em Cristo, a lei está sendo, em nós, confirmada e aperfeiçoada, até que chegue a ressurreição, quando deixaremos de andar por fé (IICo.5:7) para andar por vista, pois veremos Cristo face a face: "...quando Ele se manifestar, seremos semelhantes a Ele, porque havemos de vê-lo como Ele é."(I João 3:2). Na ressurreição alcançaremos nossa perfeição espiritual, deixaremos de ser meninos, e conheceremos plenamente a Cristo, como dEle somos conhecidos: "...até que todos cheguemos à unidade da fé e do pleno conhecimento do Filho de Deus, à perfeita varonilidade, à medida da estatura da plenitude de Cristo, para que não mais sejamos como meninos..." (Ef.4:13,14). O contexto desta passagem diz que Cristo "...concedeu dons aos homens... até que todos cheguemos à unidade da fé..." (vv.8,13). De acordo com este contexto, os dons de Cristo devem durar até que se completem as observações feitas por Paulo no versículo 13. Neste sentido, nem mesmo o dom de apóstolo, mencionado no versículo 11, teria cessado.
2.2. O Quando do Versículo 10: A palavra quando usada neste versículo é traduzida do grego otan (hótan). Este termo é uma "partícula temporal" que pode ser traduzida por "no tempo que." Portanto o versículo está dizendo que "o que é perfeito em parte" somente será aniquilado "no tempo que vier o que é perfeito," e esse tempo ainda é futuro, pois hótan se refere a "um tempo definido e específico." Esse tempo definido e específico era futuro para o apóstolo Paulo, quando ele escrevia a epístola, e ainda hoje, é futuro para nós.
2.3. O Quando do Versículo 11: O quando deste versículo, no grego, não é hotan, como no versículo anterior, mas ote (hóte), que também é uma "partícula temporal," mas se refere a um tempo indefinido, pois Paulo não estava falando da época em que ele era criança, mas de um tempo indefinido, ao qual ele chama de "tempo de menino," que ele usa para contrastar com o tempo definido pela vinda daquilo que é perfeito.
2.4. O Agora do Versículo 12: Esta palavra aparece duas vezes no versículo 12, como tradução do vocábulo grego arti (arti). Trata-se de um advérbio, com sentido de "já, imediatamente, no presente, presentemente," como é utilizado em Jo.9:19,25: I Pe.1:6,8. "No grego helenístico o sentido é ampliado para referir-se ao presente em geral." Segundo Grosheide, arti expressa "um contraste entre esta dispensação e a futura." De acordo com isto, o agora do versículo 12 não expressa apenas o tempo do apóstolo Paulo, quando a epístola foi escrita por ele, mas também o tempo presente, até o final da presente dispensação.
2.5. O Agora do Versículo 13: A palavra agora deste versículo é traduzida do grego nune (nune), que pode também ter a idéia de tempo (At.22:1; 24:13; Rm.3:21; Ef.2:13; etc.), mas no versículo em questão, foi usado com sentido lógico e não temporal, como é usado em I Co.5:11; 15:20; Hb.9:26; etc. Nesses casos, a idéia de tempo é "enfraquecida ou totalmente ausente" e deve ser melhor traduzida por "porém, mas, ora." Nesse sentido o que o apóstolo está dizendo é que neste tempo presente ainda "vemos como em espelho, obscuramente," porque vemos por meio da fé (II Co.5:7), e da esperança (Rm.8:24,25) que "é a certeza das cousas que se esperam, a convicção de fatos que se não vêem." (Hb.11:1). "Logo..." - diz o apóstolo - "...permanecem a fé, a esperança e o amor..." (v.13). Estas três virtudes são necessárias para haver o conhecimento de Deus. A fé e a esperança nos concedem um conhecimento parcial (Rm.1:17; Ef.3:17-19; IITm.3:15), por isso cessarão, quando o conhecimento completo vier. O amor, porém permanecerá pela eternidade, quando vier o que é perfeito, pois o amor "...é o vínculo da perfeição." (Cl.3:14).
2.6. O Então do Versículo 12: A palavra grega para este vocábulo é tote (tóte). Este advérbio indica tempo, e está em conexão com o "quando" do versículo 10, que também é temporal. Segundo o léxico, deve ser traduzido por "naquele tempo."
2.7. O Verbo Conhecer dos Versículos 9 e 12: Este verbo aparece quatro vezes no texto. Nas duas primeiras ocorrências, é usado o verbo grego gnwskw (gnôskô): "...em parte conhecemos..."(v.9), "...agora conheço em parte..."(v.12). Nas outras duas ocorrências o verbo grego é preposicionado com o prefixo grego epi (epi): epignwskw (epignôskô): "...então conhecerei como também sou conhecido..."(v.12). O prefixo adicionado ao vocábulo dá um sentido pleno ao verbo. A Nova Versão Internacional do Novo Testamento traduz com mais exatidão o versículo 12: "Agora, pois, vemos apenas um reflexo obscuro, como em espelho; mas, então, veremos face a face. Agora conheço em parte; então, conhecerei plenamente, da mesma forma como sou plenamente conhecido." Note que na primeira ocorrência, Paulo acrescenta as palavra "em parte" ao verbo conhecer, porque o seu conhecimento, quando ele escrevia a epístola era parcial. Mas ele diz que, no tempo (então) em que viesse aquilo que é perfeito, ele veria face a face e teria o pleno conhecimento. Barrett diz que "As palavras apresentam a inadequação do atual conhecimento humano de Deus, em contraste com o conhecimento que Deus tem do homem e o conhecimento de Deus que os homens terão na era futura." É claro que Paulo não atingiu o pleno conhecimento. Ele caminhava com esforço na vida cristã, para obter o melhor nível de perfeição, mas sabia que seria impossível atingi-lo nesta vida: "...para o conhecer e o poder da sua ressurreição... para de algum modo alcançar a ressurreição dentre os mortos. Não que eu o tenha já recebido, ou tenha já obtido a perfeição; mas prossigo para conquistar aquilo para o que também fui conquistado por Cristo Jesus. Irmãos, quanto a mim, não julgo havê-lo alcançado; mas uma cousa faço: esquecendo-me das cousas que para trás ficam e avançando para as que diante de mim estão, prossigo para o alvo, para o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus. Todos, pois, que somos perfeitos (maduros até um certo nível), tenhamos este sentimento; e, se porventura pensais doutro modo, também isto Deus vos esclarecerá. Todavia, andemos de acordo com o que já alcançamos."(Fp.3:10-16). Entretanto quando Paulo estava para morrer, sabendo que iria encontrar-se com o Senhor face a face, ele escreveu: "Combati o bom combate, completei (telew = teléô = aperfeiçoei) a carreira, guardei (threw = têréô = permenecí fiel) a fé."(II Tm.4:7). O sentido de teléo neste verso é: "terminar, completar, chegar ao alvo." O que é verdade para Paulo, também é para nós. Nenhum cristão hoje ousa dizer que tem o pleno conhecimento de Deus ou das coisas de Deus. Paulo, que não atingiu esse nível, possuía muito mais conhecimento do que nós que temos a Escritura completa. é certo que podemos ter um pleno conhecimento subjetivo da verdade (IITm.2:25), mas o conhecimento pleno, objetivo e absoluto, só a deus pertence (Dt.29:29). Portanto "...conheçamos e prossigamos em conhecer ao Senhor: como a alva a sua vinda é certa..." (Os.6:3), porque "...a vida eterna é esta: que te conheçam a ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste... Eu lhes fiz conhecer o teu nome e ainda o farei conhecer, a fim de que o amor com que me amaste esteja neles e eu neles esteja."
CONCLUSÃO
Nesta conclusão queremos salientar uma palavra final sobre o texto de I Coríntios 13:8-13, muito usado por nossos oponentes para negar a atualidade dos dons extraordinários, e, por nós, para defender a sua existência. Reconhecemos algumas dificuldades que a passagem apresenta. Paulo não diz claramente o que é "o perfeito." Dissemos neste trabalho tratar-se,
Uma coisa, porém, podemos afirmar sem vacilar. Aquilo que é perfeito não é a profecia do Novo Testamento, como afirmou B. F. Cate. Isto demonstramos ao longo deste ensaio. Nós acreditamos que
De qualquer forma, seja o que for
sexta-feira, 9 de abril de 2010
terça-feira, 6 de abril de 2010
sábado, 3 de abril de 2010
Cristo, do AMOR ao AMAR
A mensagem de Cristo sempre foi inclusiva, dos pobres aos cobradores de impostos, dos pagãos na figura da mulher siro-fenícia e do guardião romano ao ladrão na cruz. Vemos em Cristo o desejo em atrair nunca em excluir, capaz de conter todos na sua graça, ao ponto de lamentar quando Jerusalém o rejeitou. Seus encontros com os homens são marcados pela expressão da compaixão, não houveram pecadores rejeitados, não houve sujeira irremovível, o pecado, deparado com Cristo, enfraquecia-se como dominador dos homens. A liberdade havia chegado.
A controvérsia também ganhou contrastes bem definidos, Ele explicitou a mesquinhez do juízo humano, os “condenados” foram os primeiros a serem absorvidos e os “livres” mostraram-se enclausurados em masmorras intransponíveis. Cristo no palco da vida, no caminho humano! Foram tantos os “acertos incontestes” que se mostraram erros grosseiros, tantas “verdades” que caíram como frágeis mentiras: As vendas diante do templo; o apedrejamento da prostituta por pecadores tais quais ela (se não piores); a tristeza na possibilidade de largar as riquezas para segui-lO; as roupas religiosas; as orações religiosas; os jejuns religiosos; os dízimos religiosos; o perdão religioso, preocupado na quantidade mínima do perdão e não em multiplicá-lo; enfim as máscaras religiosas quando retiradas por Cristo revelaram homens que desistiram de tentar ser e preferiram parecer ser, mas não eram. Só houve um tipo de gente não inclusa nesta amor irrestrito, as que não se permitiram incluir, os que não O receberam, esses permaneceram nas trevas que encobriam seu entendimento e mesmo quando a Luz raiou diante dos seus olhos, ela incomodou muito e prefiram apagá-la.
O tempo passou, assim como de geração a geração passou o bastão da natureza humana e sua corrupção, ainda se vê a religiosidade cruel que inibe a capacidade de amar o outro, que inibe a compaixão, que prega a exclusão, que prefere condenar, mas a Palavra permaneceu e continua a incomodar essa obstinação insensível e se existe recusa diante desta Palavra, a Palavra simplesmente se recusa a calar.
Somos chamados a participar em nossa época do convite antigo, mas atual, carregado pela misericórdia e por ela renovados na mente, abolindo assim a escravidão da alma e nos fazendo enxergar o próximo como alvo da graça e não de qualquer danação. Vê as prostitutas de nossa época como Cristo as viu parece ser tão além da nossa constituição moral, julgamos todos (homossexuais, ladrões, assassinos, pedófilos, beberrões...) sem nos importamos em estender a mão, queremos dizer que estão errados, denunciar, apedrejar. Não podemos fechar nossas portas para quem Deus abriu o céu. Não há como se deparar com Cristo e não se encontrar na condição de pior dos pecadores, não há como não se sentir a prostituta e não há como não se surpreender ao se perceber, mesmo assim, perdoado por Ele. Diante disto, como não amar-lO e amando-O como não amar ao outro? O encontro com Ele desbota as palavras, encerra a boca, ardi o íntimo, e nos impulsiona a amar sem importar quem, mesmo diante da recusa. Se Cristo não veio condenar, que homem é capaz de fazê-lo. Não existem algozes, ainda que alguns aspirem sê-los.
sexta-feira, 26 de março de 2010
ENGANO
Que ser esconde um sorriso?
não conhece a princípio
no entanto, engano no não conhecer
voz agradável e o sorriso nos lábios
sedução; encanto; paixão
a formosura que salta aos olhos
prenuncia a desilusão
Inquirir pelo que viu
o nada preenchera o vazio
onde está o que estava, jamais esteve
quis vê e viu
contato, revelação do que é
onde está a outra pessoa
não quer o que resta
melhor a face da ilusão
Que ser esconde um sorriso?
Conhece a princípio
Prenuncia a desilusão
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